Autopoeta

ZEITGEIST ADDENDUM

Posted in sociedade by autopoeta on novembro 6, 2008

Eis a continuação, tão contundente quanto, do Zeitgeist, The Movie.

Um tema que não se esgota, e instiga, até os avessos, a intenção de agir de alguma forma para evitar a derrocada da espécie humana por conta de um plano mórbido dos bancos e corporações que envolve toda a sociedade em um contexto de dívida e competição.  (+- 120min)

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ZEITGEIST

Posted in sociedade by autopoeta on setembro 22, 2008

 

“As velhas apelações ao chauvinismo racial, sexual e religioso, ao furioso fervor nacionalista, estão começando a não funcionar. Uma nova consciência que vê a Terra como um só organismo começa a se desenvolver e reconhece que um organismo em guerra consigo mesmo está condenado.”

 

Carl Sagan

 

 

Amig@s,

 

Apresento a produção “Zeitgeist” (Espírito do Tempo, em livre tradução).

 

Trata-se de mais um de uma série de filmes emblemáticos (The Corporation, The Story of Stuff, Fahrenheit 9/11, etc) produzidos com o intuito de despertar as pessoas para o estado das coisas de forma que possam assumir um papel ativo de transformação da realidade.

 

Longo (118min), mas muito interessante, repleto de informações bombásticas acerca do processo de dominação global impetrado por “dinastias” de controladores da religião, da imprensa, da publicidade, dos sistemas monetários, da guerra.

 

Teorias de conspiração mundial vêm à tona de uma forma muito consistente e, assim, alerto àqueles que não desejem perturbar seu espaço de conforto que este filme é um projétil destinado a atingir seu cérebro e lhes fazer pensar sobre o mundo bizarro que vivemos atualmente.

 

“A última coisa que os homens por detrás da cortina querem é um público bem informado e consciencioso, capaz de fazer pensamento crítico. Esta é a razão pela qual existe um “Zeitgeist” contínuo e fraudulento pela religião, mídia e educação. Procuram te manter distraído numa bolha de ingenuidade e estão fazendo um trabalho excelente. A manipulação da sociedade através da geração de medo e divisão desligou completamente os seres humanos de seu sentido de poder e realidade. Um processo que tem sido desenvolvido há séculos, senão há milênios”.


Religião, patriotismo, raça, saúde, classe, e todas as formas de identificação separatista estão concebidas para deixar a população a mercê dos interesses de um grupo demente inescrupuloso que está colocando todo o planeta em risco por conta de sua esquizofrenia insaciável.

 

Dividir para conquistar. Este é o modelo maquiavélico sob o qual estamos vivendo e o filme traz a clareza dessa perspectiva.

 

E a conclusão que chegamos é que enquanto as pessoas seguirem se vendo como separadas de todo o resto, seguirão se entregando voluntariamente à escravidão.

 

A melhor forma de aprisionar é criar uma prisão em que os prisioneiros não se percebam aprisionados, já disse certa vez um poeta.

 

“Os homens por trás da cortina sabem disso. E sabem também que se as pessoas se aperceberem da verdade, da sua relação com a natureza, e da verdade de seu poder pessoal, todo o Zeitgeist que eles prepararam desmoronará como um castelo de cartas”.

 

“Todo o sistema em que vivemos leva-nos a acreditar que somos impotentes, fracos, que a sociedade é má, cheia de crimes e que as coisas sempre foram assim e assim serão para sempre”.


Essas afirmações manipuladoras estão no coração do Zeitgeist.

 

Mas, reflitamos, não há razão para não nos apercebermos de quem realmente somos e para onde vamos. Somos seres potencialmente extraordinários, com uma capacidade criativa singular e extremamente poderosa. Atualmente ela é canalizada para alimentar o Zeitgeist, mas uma nova consciência está invadindo nossas mentes e corações e projetando luz sobre a escuridão arquitetada por ele.

 

“Fomos treinados para identificar nossas individualidades e destacá-las. Por isso olhamos para cada pessoa e ela é imediatamente mais esperta, mais burra, mais velha, mais nova, mais rica, mais pobre, e fazemos todas essas distinções dimensionais e as colocamos em categorias e as tratamos dessa maneira. E chegamos ao ponto que só vemos os outros separados de nós e o modo como eles estão separados. Uma das características dramáticas da experiência é estar com outra pessoa e de repente reparar nos aspectos em que ela é exatamente igual a ti, e não diferente de ti. E experienciar o fato de que aquilo que é a essência em ti, é também a essência em mim, e que é uma coisa só, e que não existe o outro separado, somos todos um”.

 

Boa sessão!

 

“É só uma escolha, agora mesmo… entre o medo e o amor”.  

 

 

Saudações fraternais,

 

Filipe Freitas

 

 

(Assista no Google Video para uma janela maior de visualização – botão no canto inferior direito da tela)