Autopoeta

SOBREVIVENDO AO PROGRESSO | SURVIVING PROGRESS

Posted in arte, ciência, consciência, sociedade by autopoeta on julho 16, 2013

Com imagens extraordinárias e insights inspiradores, Sobrevivendo ao Progresso é uma produção canadense de 2011, realizada pelos mesmos produtores de The Corporation.

“Ronald Wright, autor do best-seller “A Short History Of Progress” (Uma Breve História do Progresso), que inspirou este documentário, mostra como as civilizações do passado foram destruídas pelas “armadilhas do progresso” – tecnologias fascinantes e sistemas de crença que atendem a necessidades imediatas, mas comprometem o futuro.

Com a pressão sobre os recursos mundiais aumentando e as elites financeiras levando nações ao fundo do poço, poderá nossa civilização globalizada escapar da catástrofe – a “armadilha do progresso” final?

Através de ideias iluminadoras de pensadores que investigaram nossos genes, cérebros e comportamento social, este réquiem do modelo de progresso usual também propõe um desafio: provar que tornar macacos mais inteligentes não é um beco sem saída evolucionário.”

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A SITUAÇÃO HUMANA

Posted in ciência, consciência, sociedade by autopoeta on abril 7, 2011

Para ampliação da visão de mundo 🙂

Embora controvertido, considero o pensamento do etnobotânico Terence McKenna acerca da experiência psicodélica no mínimo interessante e digno de atenção. Este trecho de palestra reúne variados aspectos da condição humana e orienta um caminho de busca para a superação do fracasso da cultura ocidental e da crise planetária.

 

 

 

“Esse é o motivo de a sexualidade ser tão ameaçadora em nossa sociedade. Tornariam-na ilegal se soubessem como, mas esta é uma droga que não podem tirar de nossas mãos. E por isso criam um grande jogo de culpa em cima dela.

A sexualidade e os psicodélicos nos levam de volta ao sentido autêntico do corpo e para o domínio dos valores autênticos. O corpo é o nexo do mistério da vida e a nossa cultura nos joga para fora do corpo e vende nossa lealdade para sistemas políticos, religiões, objetos inanimados, máquinas, coleções…

Cada vez mais a mensagem que nos trazem as pessoas que se valem da experiência psicodélica é de que não se trata apenas de uma jornada para o inconsciente humano ou para os fantasmas da nossa civilização caótica. É uma jornada para a presença da mente de Gaia, em que sentimos a Terra como uma totalidade coerente, um ser pensante e sensível”.

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