Autopoeta

VILA ROSA VISITA E. M. SANTOS DUMONT

Posted in arte, consciência, sociedade by autopoeta on setembro 30, 2010

Amig@s,

Compartilho aqui o vídeo que fiz junto à Vila Rosa do Educação Gaia Rio 2010, realizado junto às crianças com deficiência auditiva da Escola Santos Dumont em Petrópolis.

Uma experiência afetiva em busca de uma linguagem para além das palavras.

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Educação Gaia Rio 2010 – Vila Rosa visita a E. M. de Educação Especial Santos Dumont em Petrópolis.

A metodologia do Curso Educação Gaia prevê a realização de estudos de caso por grupos de trabalho intitulados “vilas”, nos quais os participantes buscam aplicar os conhecimentos adquiridos em uma instituição com atuação real.

A Vila Rosa tem como objeto de estudo essa escola de Petrópolis dedicada à educação de surdos.

Este vídeo registra a primeira visita do grupo à escola e o encontro com as crianças e jovens com deficiência auditiva.

A poesia do encontro sob um olhar de energia gaiana.

Que todos os seres sejam em paz.

Saudações fraternais,

F.F.

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DINHEIRO COMO DÍVIDA

Posted in consciência, sociedade by autopoeta on setembro 28, 2010

Estamos sendo continua e vorazmente sugados através de juros e endividamento pelos bancos e governo.

É essencial que possamos dar um basta neste fluxo ilegítimo e ilegal de endividamento ao qual fomos e somos submetidos e que permanece nos controlando.


Para tomar consciência:




Confiante no poder do entendimento, deixo aqui minhas saudações fraternais,

F. F.

Números da Dívida em 2009

Vejam quanto o país pagou de juros no ano passado, quanto a dívida cresceu, e quanto foi destinado às áreas sociais.

Em 2009, os governos federal, estaduais e municipais geraram um superávit primário (isto é, a economia de recursos para o pagamento da dívida, obtida por meio de aumento de arrecadação de tributos e corte de gastos públicos) equivalente a R$ 64,5 bilhões ou 2,06% do PIB (Produto Interno Bruto, ou seja, tudo que o país produziu durante 2009). Porém, este superávit não foi suficiente para pagar sequer os juros da dívida, que atingiram 5,4% do PIB no período.

Além do mais, é importante ressaltar que o superávit primário não é a única fonte de recursos para o pagamento da dívida, que se alimenta também da emissão de novos títulos, da remuneração da Conta Única do Tesouro, do lucro do Banco Central, dentre outras fontes, cabendo ressaltar a destinação de todos os superávits financeiros existentes em quaisquer contas ao final do ano, conforme a questionável Medida Provisória 450, convertida na Lei nº 11.943, de 2009.

Analisando-se a execução do orçamento federal em 2009, podemos ver a distribuição de recursos (que totalizaram R$ 1,068 trilhão no ano) apresentada no gráfico abaixo. As despesas com o serviço da dívida (juros mais amortizações, exclusive o refinanciamento) consumiram nada menos que R$ 380 bilhões, ou 36% dos recursos do período e foram muitas vezes superiores aos gastos com áreas sociais fundamentais, como saúde, educação e assistência social. Além disso, é quase nulo o valor destinado a setores fundamentais como Organização Agrária (com apenas 0,23% dos gastos), Transporte (0,75%), Ciência e Tecnologia (0,45%), Habitação (0,01%) e Saneamento (0,08%).

Fonte: SIAFI. Não inclui o “refinanciamento”, ou seja, o pagamento de amortizações por meio da emissão de novos títulos.

O valor correspondente ao refinanciamento da dívida, ou seja, o pagamento de títulos que estão vencendo mediante a emissão de novos títulos (a chamada “rolagem da dívida”), não está representado no gráfico acima. Caso considerássemos tal refinanciamento, as despesas com a dívida chegariam a 48% do total! As despesas com refinanciamento devem ser consideradas, uma vez que também representam relevantes gastos do governo com a dívida, sendo que seu significativo montante demonstra como o governo está dependente do “mercado financeiro”. Este é o principal trunfo do “Mercado” para ditar a política econômica, uma vez que, a qualquer sinal de mudança na gestão da dívida pública, os investidores podem decidir não mais emprestar dinheiro ao governo, ou aumentar os juros cobrados por estes empréstimos.

O mais grave é que todo sacrifício social que vem sendo exigido para se atingir a meta de superávit primário não foi suficiente para impedir o crescimento explosivo da dívida interna federal neste período. Em 2009, esta dívida interna (em poder do mercado) cresceu de R$ 1,565 trilhão para R$ 1,826 trilhão, ou seja, um crescimento de nada menos que 17% no ano. Em valores absolutos, esta dívida cresceu R$ 261 bilhões, valor este equivalente a mais de cinco vezes todo o gasto com saúde no ano passado. Considerando todos os títulos emitidos pelo Tesouro – inclusive os que se encontram em poder do Banco Central – a dívida interna já superou os R$ 2 trilhões.

Ou seja: para os banqueiros tudo! Para o social, migalhas!

No que se refere à dívida externa, ela cresceu fortemente em 2009, apesar da política de pagamentos antecipados. A Dívida Externa, que era de US$ 262 bilhões em dezembro de 2008, cresceu para US$ 282 bilhões ao final do ano passado.

Importante ressaltar que tanto a dívida externa pública como a privada cresceram significativamente em 2009, apesar dos vultosos pagamentos. E nunca é demais repetir que é o governo que deve fornecer os dólares para as empresas quitarem seus débitos com o exterior. Por isso, a dívida externa “privada” causa tantos danos ao país como a dívida externa pública.

Com relação às contas externas, nota-se o grande volume de remessas de lucros das filiais de transnacionais para suas matrizes no exterior, que em 2009 atingiram US$ 27 bilhões, ou seja, mais que o saldo comercial, que atingiu US$ 25 bilhões. Ou seja: estamos dependentes do ingresso de capitais estrangeiros para fecharmos nossas contas externas.

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Assista também:

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Zeitgeist Addendum

Continuação do cultuado documentário independente que traz com clareza os mecanismos de poder e controle impetrados por bancos e corporações no atual cenário mundial.

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MERCEARIA PARAOPEBA

Posted in arte, consciência, sociedade by autopoeta on setembro 4, 2010

Rodrigo Cardoso, grande poeta, disse ao compartilhar este vídeo: “Lindo! Inspirador! Dá até um suspiro de esperança de que o Capetalismo tem cura…”

Vivi por Itabirito durante quatro anos, junto às escolas das redes municipal e estadual, e vi toda a cidade com grande apreço e afeição pela Mercearia Paraopeba. Eu costumava ir lá, sempre havia produtos diretamente da roça. O Roninho e seu pai incentivando os pequenos produtores, pegando tudo o que eles produziam. Economia solidária, comércio justo, um lindo trabalho.

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