Autopoeta

PORTRAITS OF POWER

Posted in arte, consciência, sociedade by autopoeta on dezembro 16, 2009

Amig@s,

Vejam este interessante e instrutivo trabalho fotográfico publicado na revista The New Yorker. Trata-se de uma série de retratos dos líderes globais – presidentes, primeiros-ministros, etc.

Conheçam os homens e mulheres que estão no comando das nações do planeta e que, desta forma, têm em mãos o poder de direcionar os rumos da civilização neste momento especialmente importante da história. (Em inglês)

Fraternalmente,
F.F.

http://www.newyorker.com/online/multimedia/2009/12/07/091207_audioslideshow_platon

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REMÉDIOS DOS NOSSOS AVÓS

Posted in consciência, sociedade by autopoeta on dezembro 10, 2009

Salve amig@s,

Vejam, a seguir, 10 propagandas do final do Século 19, início do Século 20 e percebam como os valores mudam com o passar do tempo. No caso dessa apresentação, aquilo que era remédio virou droga.

O mesmo acontece na atualidade. É possível que aquilo que hoje é chamado alimento – especialmente os alimentos transgênicos – em pouco tempo venha a ser chamado de veneno.

E o mesmo já aconteceu com o DDT, talidomida, PCBs, etc.

Fica aqui o convite para a reflexão.

“Não obedecerás sem pensar no que te leva a obedecer” (Oitavo mandamento da contemporaneidade)

Saudações fraternais,

F. F.

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Um frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e um remédio contra tosse para crianças.

O vinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor “recreador” também.

O Vinho Mariani (1865) era o principal vinho de coca do seu tempo. O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou o seu criador, Ângelo Mariani, com uma medalha de ouro.

Este vinho de coca foi fabricado pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada dizia: “Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção.”

Um peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha), “os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína”. Este fabricante tinha orgulho em sua posição de líder no mercado de cocaína.

Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra a asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comumente açúcar e temperos) tornava o opiáceo amargo mais palatável para a ingestão oral.

Este National Vaporizer Vapor-OL era indicado “Para asma e outras afecções espasmódicas”. O líquido volátil era colocado numa panela e aquecido por um lampião de querosene.

Estas tabletes de cocaína eram “indispensáveis para os cantores, professores e oradores”. Eles também aquietavam a dor de garganta e davam um efeito “animador” para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.

Os dropes de cocaína para dor de dente (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o “humor” dos usuários.

Você acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebés recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio. Este frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio e de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida. “Dose – [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia.” O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.

Fonte: http://hypescience.com/10-inacreditaveis-propagandas-antigas-de-cocaina-e-outras-drogas/

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A ARTE DOS POVOS DO RIO OMO

Posted in arte, consciência, sociedade by autopoeta on dezembro 5, 2009

Amig@s do Autopoeta,

Publico aqui a montagem de uma bela apresentação PPS que recebi por e-mail sobre a arte corporal dos povos do Rio Omo, na Etiópia.

A apresentação foi montada por Francisco Folco sobre fotografias do alemão Hans Sylvester e mostra a incrível aptidão artística de tribos cujos hábitos pré-históricos demonstram a força de uma cultura milenar.

Fiz uma rápida pesquisa acerca das informações contidas na apresentação e me parecem ter fundamento. Contudo, estas são de responsabilidade do autor.

Um belo material, de encher os olhos.

Fraternalmente,

F. F.

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