Autopoeta

ABRAZO

Posted in arte by autopoeta on outubro 22, 2009

O abraço, a compaixão, a não-violência. Boa energia na animação da música The Year of the Rat, do Badly Drawn Boy. (4min)

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M. C. ESCHER

Posted in arte, ciência, consciência by autopoeta on outubro 15, 2009

Salve amig@s!
Dando seqüência aos posts sobre personagens importantes na história do pensamento humano, apresento M. C. Escher.

(O texto que se segue é inspirado no artigo “O Sonho Geométrico de Escher”, de Flávio Calazans, publicado no site www.mundocultural.com.br, e em uma biografia ilustrada publicada em http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Escher.htm)

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Auto-retrato de M. C. Escher

Auto-retrato de M. C. Escher

Mauritus Cornelius ESCHER nasceu em Leeuwarden, Holanda, em 17 de junho de 1898 e veio a falecer em 1970.

Na sua juventude não foi um aluno brilhante, nem sequer manifestava grande interesse pelos estudos, mas seus pais o convenceram a ingressar na Escola de Belas Artes de Haarlem para estudar Arquitetura. Foi lá que conheceu o seu mestre, um professor de Artes Gráficas judeu de origem portuguesa, chamado Jesserum de Mesquita.

Com o professor Mesquita, Escher aprendeu muito, conheceu as técnicas de desenho e deixou-se fascinar pela arte da gravura. Este fascínio foi tão forte que levou Mauritus a abandonar a Arquitetura e a seguir as Artes Gráficas.

Quando terminou os seus estudos, Escher decidiu sair para viajar. Em 1935 morou em Granada, Espanha, onde se encantou pelos arabescos geométricos do castelo de Alhambra, construído pelos árabes, e, do estudo dos arabescos, Escher desenvolve um estilo próprio, jogando com a geometria para ampliar a percepção e expandir a consciência da realidade por meio da arte.

SOBREPOSICOES

Posteriormente Escher se deteve no estudo dos contrastes e paradoxos visuais, os “loopings eternos”, que buscam causar, segundo ele, um “salto” de percepção no observador-fruidor-público, questionando a realidade física, o continuum espaço-tempo, trazendo à percepção padrões que se replicam e se refletem ao infinito (antecipando o que veio a ser a geometria fractal de Mandelbrot de 1970).

FRACTAL LAGARTO

Desafiando os limites, bordas e fronteiras, Escher cria uma arte delirante, gerando impacto criativo nos que se detêm longamente para contemplar seus paradoxos e impossiblidades visuais.

Em desenhos perfeitos em seus detalhes, sobrevêm perspectivas em “loopings eternos” que são, em si mesmas, um desafio à razão, à lógica linear de causa e efeito que sustenta a visão mecanicista da sociedade.

Pesquisas em vários campos da ciência comprovam, desde meados do Século 20, a intuição poética e visual de Escher acerca dos “loopings eternos”: é a própria lógica da vida, a essência da inteligência da matéria viva.

Eis alguns koans, paradoxos visuais, de Escher, que convidam a mente a transcender os estreitos limites do modo de pensar convencional.

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CRIATURASMAOS QUE DESENHAMCACHOEIRAESCADARIA 2

DIMENSOES E MUNDOS

Visite o site oficial da M. C. Escher Foundation:

http://www.mcescher.com/

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Nestes sites o leitor pode acessar a obra de M. C. Escher:

www.worldofescher.com

www.mcescher.net

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Visite também o Obvious, comunidade de arte e cultura muito interessante, que apresenta o trabalho fotográfico de Josh Sommers inspirado nas impossibilidades visuais de Escher:

http://blog.uncovering.org/archives/2008/08/as_impossibilidades_de_mcescher.html

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Uma outra dica é o livro Gödel, Escher e Bach, O Entrelaçamento de Gênios Brilhantes, cuja edição brasileira (UnB, 2001) está esgotada. Trata-se de um livro destacado que reúne apontamentos instigantes sobre música, lógica, geometria, recorrência, zen-budismo, paradoxo, natureza, significado, holismo, formiga, computador, proteína, código genético, inteligência artificial, matemática, cérebro, mente, linguagem, criatividade, livre-arbítrio, arte, e um mundo afora.

Um super livro de 800 páginas capaz de envolver o leitor da primeira à última página sugerindo o paradoxo em loopings eternos como essência da inteligência da matéria viva.

Leia um artigo sobre o livro neste link: http://cienciahoje.uol.com.br/1896

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TENDÊNCIA AO AMOR

Posted in arte by autopoeta on outubro 9, 2009

os fragmentos do mundo

buscam-se um ao outro

para que possam existir.

tendencia ao amor

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