ONDE NÃO HÁ MAIS ÁGUA
Saudações aos amigos e amigas do Autopoeta.
Apresento aqui uma série de fotografias que mostram as agruras das populações humanas já afetadas pela contaminação e escassez da água e pelos efeitos do aquecimento global.
Imagens para reflexão ;-/
Saudações fraternais,
Filipe Freitas
PS. Fotos encaminhadas pela internet. Autorias desconhecidas.
DOCUMENTÁRIO SAINDO DA LIXEIRA
Salve amig@s do Autopoeta!
Assistam aqui ao documentário Saindo da Lixeira.
Acessem o blog http://saindodalixeira.wordpress.com para ler os comentários sobre o vídeo.
Se gostarem do vídeo e reconhecerem a relevância do trabalho, ajudem-nos divulgando os links.
Bom proveito!
F.F.
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SINOPSE
Conjunto José Bonifácio, Itaquera, Zona Leste de São Paulo. Em meio à crise financeira mundial, o vídeo documenta o dia-a-dia da catação e coleta de resíduos, trazendo à tona o olhar, os desafios e os sentimentos das pessoas que vivem da reciclagem. Abordando a complexa problemática do lixo em São Paulo, o vídeo tem como pano de fundo a ação artística e educativa do Grupo Alma Ambiental, formado por jovens do bairro que agem para sensibilizar e mobilizar a população, incentivando a autonomia a partir de uma nova consciência.
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FICHA TÉCNICA
GÊNERO
Documentário
DURAÇÃO
46min
ANO DE PRODUÇÃO
2009
DIREÇÃO, PRODUÇÃO, FOTOGRAFIA E MONTAGEM
Filipe Freitas
PRODUÇÃO, ASSISTENTE DE DIREÇÃO E CÂMERA ADICIONAL
Eliana Maurelli
ASSISTENTE DE PRODUCÃO E FOTOGRAFIA STILL
Luciane Lima
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Marcello Nascimento
DESIGN E FINALIZAÇÃO
Macau Amaral
APOIO DE PRODUÇÃO
Alexandre Falcão, Thábata Ottoni, Thiago Silva
ARGUMENTO
Alexandre Falcão, Thábata Ottoni
REALIZAÇÃO
Grupo Alma Ambiental
CO-PATROCÍNIO
Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – Secretaria de Cultura do Município de São Paulo
APOIOS
Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo
Parque Raul Seixas
Casa de Cultura Raul Seixas
Phytoterápica – www.phytoterapica.com.br
Ciclo Ambiental Camisetas Pet – www.cicloambiental.com.br
Queima Filmes – www.queimafilmes.com.br
Ecoarte Papel – www.ecoartepapel.com.br
Cultzone Filmes
Cruffi – Cooperativa de Reciclagem União Faz a Força de Itaquera
Cooperativa União
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Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5 – Final
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O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO
Na linha de The Corporation, este excelente documentário mostra o que se esconde por trás da Monsanto, gigante de biotecnologia que domina o mercado de sementes transgênicas. Impactante, oportuno, preciso, este filme é indicado às pessoas que não temem a verdade e são capazes de encarar a doença do planeta de olhos abertos e com o coração perseverante. Em doze partes, desde o You Tube:
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LANÇAMENTO DO DOCUMENTÁRIO SAINDO DA LIXEIRA
Família, amig@s e parceir@s!
Com alegria venho anunciar o lançamento do documentário Saindo da Lixeira, realização do Grupo Alma Ambiental, produzido e dirigido por mim em Itaquera, Zona Leste de São Paulo.
Este vídeo, contemplado com o Edital Primeiras Obras do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (Secretaria de Cultura do Município de São Paulo), surge com a intenção de ser uma ferramenta comunitária, um instrumento de sensibilização à coleta seletiva para os moradores da COHAB José Bonifácio (um conjunto habitacional de 200.000 habitantes), através do aumento de consciência em relação ao processo de reciclagem de materiais.
Direcionamos a câmera aos catadores de rua (pessoas que cotidianamente entram nas lixeiras dos prédios para fazer o garimpo urbano, ou seja, abrir os sacos de lixo em busca de materiais recicláveis), os catadores das cooperativas da região (que fazem conscientização com a população e coletam porta-a-porta o material doado), bem como os donos de ferros velhos, toda essa gente vivendo os severos efeitos da suposta crise financeira mundial. Enfocamos os desafios e sentimentos dessas pessoas, buscando a humanidade que nos unifica, cada qual em seu papel.
Pudemos acompanhar, ao longo das gravações, a diminuição de, em média, 40% do preço dos materiais recicláveis (do fim do ano passado até maio deste ano), em uma ação das grandes indústrias da reciclagem, que nada mais são que um oligopólio que tem o poder de definir o preço de sua matéria-prima e não apresenta vínculos éticos que possam considerar a situação dos milhares de catadores que vivem desse material nas periferias de São Paulo, preocupando-se mesmo com o aumento de suas margens de lucro.
Também abordamos a complexa situação do lixo de São Paulo, cidade que produz 15 mil toneladas por dia e atualmente apresenta seus dois aterros públicos esgotados, dependendo de espaços particulares, que invadem áreas de mananciais, para destinar essa montanha diária de lixo, enquanto boa parte da população segue seduzida pelos apelos consumistas, alheia ao destino dos seus restos.
O vídeo tem como pano de fundo a ação educativa do Grupo Alma Ambiental, formado por jovens artistas do bairro, há seis anos atuando em Itaquera, fomentando a reciclagem de materiais, bem como a reciclagem de idéias, valores e desejos, através da arte e do conhecimento. Suas intervenções nos prédios e espaços comunitários consistem no trabalho de sensibilização porta-a-porta, oficinas para o público infantil e a apresentação do espetáculo de teatro de rua “Antes que a Terra Fuja”, visando implantar a coleta seletiva e estimular o amor à Terra e seus seres.
Embora o foco do vídeo seja Itaquera e ele tenha sido produzido para o morador do bairro, acreditamos no valor universal das idéias apresentadas.
Assim, se formos bem sucedidos, pessoas de todas as partes poderão se interessar por esta narrativa.
Iremos disponibilizar em breve o vídeo na internet. Postarei o vídeo aqui no Autopoeta
É isso, pessoal. Aos que estarão em São Paulo no dia 18 de julho, fica aqui o convite.
Saudações fraternais,
Filipe Freitas

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A FARRA DO BOI NA AMAZÔNIA
Amig@s,
Publico aqui o link para o Relatório “A Farra do Boi na Amazônia”, um estudo aprofundado do Greenpeace sobre a principal causa do desmatamento da floresta: a pecuária extensiva.
Dados muito impactantes e convincentes.
Se você continua comendo um pedaço de boi todos os dias, entenda melhor as implicações deste ato aparentemente inocente.
Saudações fraternais,
F. F.
Caro cyberativista,
O lançamento do relatório “A Farra do Boi na Amazônia” teve repercussão nos jornais do Brasil e do mundo. Depois da declaração de que o gado de frigoríficos como Bertin e JBS pasta em áreas de floresta amazônica devastada, muita coisa aconteceu!
Wall Mart, Carrefour e Pão de Açúcar, declararam que não comprarão mais carne e marcas como Timberland, Adidas, Nike, Reebok, Hugo Boss, Gucci e Prada, exigiram garantias sobre o couro dos frigoríficos envolvidos no relatório do Greenpeace.
O Banco Mundial, também declarou a recisão do contrato de empréstimo de U$ 90 milhões com a Bertin até que a empresa resolva respeitar o meio ambiente e a nossa floresta.
A Amazônia precisa da sua ajuda. Junte-se ao Greenpeace!
Um grande abraço,
Greenpeace
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BREATHING EARTH
Amig@s do Autopoeta,
Vejam este mapa da população humana no Planeta Terra.
Uma simulação gráfica sobre nascimentos, mortes, população e emissão de CO2. Muito instrutivo…
HOME – NOSSO PLANETA, NOSSA CASA
“É tarde demais para ser pessimista”.
Apresento aos amigos do Autopoeta o filme Home – Nosso Planeta, Nossa Casa (98min), um filme histórico, de rara beleza.
Através de uma seqüência aérea única, filmada em 120 locações, em 54 países, assistimos à Terra em toda a sua amplitude, e podemos atestar o comportamento doentio da nossa espécie, há séculos dilapidando um vasto manancial de riqueza natural em uma odisséia egocêntrica por consumir a si mesma.
Sob um certo ponto de vista, devo discordar do título do filme. Afinal, a Terra não é a nossa casa, é mais do que isso, é o nosso corpo. Um grandioso organismo vivo no qual agimos como um tecido entrelaçado com todos os seres.
E este tecido, acometido de um desequilíbrio agudo tal como um câncer, está colocando todo o corpo em perigo de morte.
Além do conteúdo sensibilizador e mobilizador, a grande particularidade do filme está na sua forma de distribuição.
O diretor Yann Arthus-Bertrand, desde o princípio do projeto, intuiu que este filme deveria ser compartilhado com o mundo e que ele pudesse ser visto pelo maior número de pessoas possível, em todos os continentes.
Assim, toda a produção foi concebida para exibi-lo gratuitamente!
E aí ele está, em rede. Disponível para quem quiser vivenciar o contato com a natureza terrestre, com a nossa própria natureza, e se emocionar, sorrir e chorar com a beleza extraordinária e com a doença mortífera.
Boa sessão!
Filipe Freitas
PS. Ao que me pareceu, a versão do filme Home em português tem direitos autorais e foi retirada do Youtube. Apresento, de toda forma, a versão inglês original: http://www.youtube.com/watch?v=jqxENMKaeCU
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LA BELLE VERTE
Assistam aqui o filme La Belle Verte, que foi traduzido no Brasil como O Turista Espacial, uma fábula bem interessante sobre uma raça de humanos mais evoluída que vem auxiliar os loucos irmãos da Terra.
Divirtam-se!
F. F.
Assista em capítulos no You Tube:
DISCURSO DO CACIQUE CUATEMOC
Olá amig@s do Autopoeta!
Publico aqui uma mensagem de e-mail que recebi há alguns anos e que volta e meia me deparo novamente com ela, seja para enviar para alguém, seja por surgir em minha frente sem mesmo eu buscá-la.
Não posso garantir a fidelidade dos fatos, nem mesmo a existência do cacique Cuatemoc. Na verdade é provável que este discurso seja uma lenda. Veja interessante pesquisa e links no site www.quatrocantos.com através do seguinte endereço:
http://www.quatrocantos.com/LENDAS/110_guaicaipuro_cuatemoc.htm
Mas seja como for, seja o discurso do cacique uma ficção ou um fato, ele faz muito sentido.
E é um argumento político muito estimulante. Se tivermos acesso ao capital oriundo do trabalho do povo brasileiro que vai para os bancos e corporações credores dessa dívida, melhoraremos acentuadamente nossa realidade social.
Enfim…
Vale a leitura e a propagação desta idéia.
Saudações fraternais!
DÍVIDA EXTERNA DE QUEM, CARA PÁLIDA?
Um impressionante discurso, feito por Guaicaípuro Cuatemoc, embasbacou os principais chefes de estado da Comunidade Européia. Leia e reflita, isso vale também para nós.
A conferência dos chefes de Estado da União Européia, Mercosul e Caribe, em maio de 2002, em Madri, viveu um momento revelador e surpreendente: os chefes de Estado europeus ouviram perplexos e calados um discurso irônico, cáustico e de exatidão histórica que lhes fez Guaicaípuro Cuatemoc, cacique de uma nação indígena da América Central.
Eis o discurso:
Aqui estou eu, descendente dos que povoaram a América há 40 mil anos, para encontrar os que a encontraram só há 500 anos. O irmão europeu da aduana me pediu um papel escrito, um visto, para poder descobrir os que me descobriram.
O irmão financista europeu me pede o pagamento – ao meu país -, com juros, de uma dívida contraída por um Judas, a quem nunca autorizei que me vendesse. Outro irmão europeu me explica que toda dívida se paga com juros, mesmo que para isso sejam vendidos seres humanos e países inteiros sem pedir-lhes consentimento. Eu também posso reclamar pagamento e juros. Consta no “Arquivo das Índias” que somente entre os anos 1503 e 1660 chegaram a São Lucas de Barrameda 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata provenientes da América.
Terá sido isso um saque? Não acredito, porque seria pensar que os irmãos cristãos faltaram ao Sétimo Mandamento! Teria sido espoliação? Guarda-me Tanatzin de me convencer que os europeus, como Caim, matam e negam o sangue do irmão. Teria sido genocídio? Isso seria dar crédito aos caluniadores, como Bartolomeu de Las Casas ou Arturo Uslar Pietri, que afirmam que a arrancada do capitalismo e a atual civilização européia se devem à inundação de metais preciosos retirados das Américas!
Não, esses 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata foram o primeiro de tantos empréstimos amigáveis da América destinados ao desenvolvimento da Europa. O contrário disso seria presumir a existência de crimes de guerra, o que daria direito a exigir não apenas a devolução, mas indenização por perdas e danos. Prefiro pensar na hipótese menos ofensiva.
Tão fabulosa exportação de capitais não foi mais do que o início de um plano “MARSHALLTESUMA”, para garantir a reconstrução da Europa arruinada por suas deploráveis guerras contra os muçulmanos, criadores da álgebra, da poligamia, do banho diário e outras conquistas da civilização. Para celebrar o quinto centenário desse empréstimo, poderemos perguntar: Os irmãos europeus fizeram uso racional, responsável ou pelo menos produtivo desses fundos?
Não. No aspecto estratégico, dilapidaram nas batalhas de Lepanto, em navios invencíveis, em terceiros Reichs e várias formas de extermínio mútuo.
No aspecto financeiro, foram incapazes, depois de uma moratória de 500 anos, tanto de amortizar o capital e seus juros, quanto independerem das rendas líquidas, das matérias-primas e da energia barata que lhes exporta e provê todo o Terceiro Mundo. Este quadro corrobora a afirmação de Milton Friedman, segundo a qual uma economia subsidiada jamais pode funcionar, e nos obriga a reclamar-lhes, para o seu próprio bem, o pagamento do capital e dos juros que, tão generosamente, temos demorado todos estes séculos em cobrar.
Ao dizer isto, esclarecemos que não nos rebaixaremos a cobrar de nossos irmãos europeus, as mesmas vis e sangüinárias taxas de 20% e até 30% de juros que os irmãos europeus cobram aos povos do Terceiro Mundo. Nos limitaremos a exigir a devolução dos metais preciosos, acrescida de um módico juro fixo de 10%, acumulado apenas durante os últimos 300 anos, com 200 anos de graça.
Sobre esta base, e aplicando a fórmula européia de juros compostos, informamos aos descobridores que eles nos devem 185 mil quilos de ouro e 16 milhões de quilos de prata, ambas as cifras elevadas a potência de 300, isso quer dizer um número para cuja expressão total seriam precisos mais de 300 algarismos, e que supera amplamente o peso total do planeta Terra.
Muito peso em ouro e prata… quanto pesariam se calculadas em sangue? Admitir que a Europa, em meio milênio, não conseguiu gerar riquezas suficientes para pagar esses módicos juros, seria como admitir seu absoluto fracasso financeiro e a demência e irracionalidade dos conceitos capitalistas.
Tais questões metafísicas, desde já, não nos inquietam, índios da América. Porém exigimos a assinatura de uma carta de intenções que enquadre os povos devedores do Velho Continente e que os obriguem a cumpri-la, sob pena de uma privatização ou conversão da Europa, de forma que lhes permitam entregar suas terras, como primeira prestação da dívida histórica…”.
Quando terminou seu discurso diante dos Chefes de Estado da Comunidade Européia, o Cacique Guaicaípuro Cuatemoc, não sabia que estava expondo uma tese de Direito Internacional para determinar a Verdadeira Dívida Externa.
Agora só resta que algum Governo Latino-Americano tenha a dignidade e coragem suficiente para impor seus direitos perante os Tribunais Internacionais. Os europeus ali reunidos devem ter percebido que nesse tempo de globalização e tecnologia, índio já não quer mais apito, quer que lhe paguem o que lhe tiraram pela força e que é devido – com juros civilizados.
Publicado no Jornal do Comércio – Recife/PE.
AS SOMBRAS DA VIDA
Salve amig@s visitantes do Autopoeta!
Fiquei um bom tempo sem postar por aqui, apenas acrescentando textos e notícias de cursos e eventos.
Para interromper este longo período quase inativo, publico uma história do Maurício de Souza e seu personagem pré-histórico Piteco, inspirada na Caverna de Platão, que traz considerações bastante oportunas em uma grande reflexão contemporânea.
Divirtam-se.
Saudações fraternais,
Filipe


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