PORTRAITS OF POWER
Amig@s,
Vejam este interessante e instrutivo trabalho fotográfico publicado na revista The New Yorker. Trata-se de uma série de retratos dos líderes globais – presidentes, primeiros-ministros, etc.
Conheçam os homens e mulheres que estão no comando das nações do planeta e que, desta forma, têm em mãos o poder de direcionar os rumos da civilização neste momento especialmente importante da história. (Em inglês)
Fraternalmente,
F.F.
http://www.newyorker.com/online/multimedia/2009/12/07/091207_audioslideshow_platon
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REMÉDIOS DOS NOSSOS AVÓS
Salve amig@s,
Vejam, a seguir, 10 propagandas do final do Século 19, início do Século 20 e percebam como os valores mudam com o passar do tempo. No caso dessa apresentação, aquilo que era remédio virou droga.
O mesmo acontece na atualidade. É possível que aquilo que hoje é chamado alimento – especialmente os alimentos transgênicos – em pouco tempo venha a ser chamado de veneno.
E o mesmo já aconteceu com o DDT, talidomida, PCBs, etc.
Fica aqui o convite para a reflexão.
“Não obedecerás sem pensar no que te leva a obedecer” (Oitavo mandamento da contemporaneidade)
Saudações fraternais,
F. F.
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Um frasco de heroína da Bayer. Entre 1890 a 1910 a heroína era divulgada como um substituto não viciante da morfina e um remédio contra tosse para crianças.
O vinho de coca da Metcalf era um de uma grande quantidade de vinhos que continham coca disponíveis no mercado. Todos afirmavam que tinham efeitos medicinais, mas indubitavelmente eram consumidos pelo seu valor “recreador” também.
O Vinho Mariani (1865) era o principal vinho de coca do seu tempo. O Papa Leão XIII carregava um frasco de Vinho Mariani consigo e premiou o seu criador, Ângelo Mariani, com uma medalha de ouro.
Este vinho de coca foi fabricado pela Maltine Manufacturing Company de Nova York. A dosagem indicada dizia: “Uma taça cheia junto com, ou imediatamente após, as refeições. Crianças em proporção.”
Um peso de papel promocional da C.F. Boehringer & Soehne (Mannheim, Alemanha), “os maiores fabricantes do mundo de quinino e cocaína”. Este fabricante tinha orgulho em sua posição de líder no mercado de cocaína.
Propaganda de heroína da Martin H. Smith Company, de Nova York. A heroína era amplamente usada não apenas como analgésico, mas também como remédio contra a asma, tosse e pneumonia. Misturar heroína com glicerina (e comumente açúcar e temperos) tornava o opiáceo amargo mais palatável para a ingestão oral.
Este National Vaporizer Vapor-OL era indicado “Para asma e outras afecções espasmódicas”. O líquido volátil era colocado numa panela e aquecido por um lampião de querosene.
Estas tabletes de cocaína eram “indispensáveis para os cantores, professores e oradores”. Eles também aquietavam a dor de garganta e davam um efeito “animador” para que estes profissionais atingissem o máximo de sua performance.
Os dropes de cocaína para dor de dente (1885) eram populares para crianças. Não apenas acabava com a dor, mas também melhorava o “humor” dos usuários.
Você acha que a nossa vida moderna é confortável? Antigamente para aquietar bebés recém-nascidos não era necessário um grande esforço dos pais, mas sim, ópio. Este frasco de paregórico (sedativo) da Stickney and Poor era uma mistura de ópio e de álcool que era distribuída do mesmo modo que os temperos pelos quais a empresa era conhecida. “Dose – [Para crianças com] cinco dias, 3 gotas. Duas semanas, 8 gotas. Cinco anos, 25 gotas. Adultos, uma colher cheia.” O produto era muito potente, e continha 46% de álcool.
Fonte: http://hypescience.com/10-inacreditaveis-propagandas-antigas-de-cocaina-e-outras-drogas/
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A ARTE DOS POVOS DO RIO OMO
Amig@s do Autopoeta,
Publico aqui a montagem de uma bela apresentação PPS que recebi por e-mail sobre a arte corporal dos povos do Rio Omo, na Etiópia.
A apresentação foi montada por Francisco Folco sobre fotografias do alemão Hans Sylvester e mostra a incrível aptidão artística de tribos cujos hábitos pré-históricos demonstram a força de uma cultura milenar.
Fiz uma rápida pesquisa acerca das informações contidas na apresentação e me parecem ter fundamento. Contudo, estas são de responsabilidade do autor.
Um belo material, de encher os olhos.
Fraternalmente,
F. F.
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ONDE NÃO HÁ MAIS ÁGUA
Saudações aos amigos e amigas do Autopoeta.
Apresento aqui uma série de fotografias que mostram as agruras das populações humanas já afetadas pela contaminação e escassez da água e pelos efeitos do aquecimento global.
Imagens para reflexão ;-/
Saudações fraternais,
Filipe Freitas
PS. Fotos encaminhadas pela internet. Autorias desconhecidas.
M. C. ESCHER
Salve amig@s!
Dando seqüência aos posts sobre personagens importantes na história do pensamento humano, apresento M. C. Escher.
(O texto que se segue é inspirado no artigo “O Sonho Geométrico de Escher”, de Flávio Calazans, publicado no site www.mundocultural.com.br, e em uma biografia ilustrada publicada em http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm2000/icm33/Escher.htm)
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Auto-retrato de M. C. Escher
Mauritus Cornelius ESCHER nasceu em Leeuwarden, Holanda, em 17 de junho de 1898 e veio a falecer em 1970.
Na sua juventude não foi um aluno brilhante, nem sequer manifestava grande interesse pelos estudos, mas seus pais o convenceram a ingressar na Escola de Belas Artes de Haarlem para estudar Arquitetura. Foi lá que conheceu o seu mestre, um professor de Artes Gráficas judeu de origem portuguesa, chamado Jesserum de Mesquita.
Com o professor Mesquita, Escher aprendeu muito, conheceu as técnicas de desenho e deixou-se fascinar pela arte da gravura. Este fascínio foi tão forte que levou Mauritus a abandonar a Arquitetura e a seguir as Artes Gráficas.
Quando terminou os seus estudos, Escher decidiu sair para viajar. Em 1935 morou em Granada, Espanha, onde se encantou pelos arabescos geométricos do castelo de Alhambra, construído pelos árabes, e, do estudo dos arabescos, Escher desenvolve um estilo próprio, jogando com a geometria para ampliar a percepção e expandir a consciência da realidade por meio da arte.

Posteriormente Escher se deteve no estudo dos contrastes e paradoxos visuais, os “loopings eternos”, que buscam causar, segundo ele, um “salto” de percepção no observador-fruidor-público, questionando a realidade física, o continuum espaço-tempo, trazendo à percepção padrões que se replicam e se refletem ao infinito (antecipando o que veio a ser a geometria fractal de Mandelbrot de 1970).

Desafiando os limites, bordas e fronteiras, Escher cria uma arte delirante, gerando impacto criativo nos que se detêm longamente para contemplar seus paradoxos e impossiblidades visuais.
Em desenhos perfeitos em seus detalhes, sobrevêm perspectivas em “loopings eternos” que são, em si mesmas, um desafio à razão, à lógica linear de causa e efeito que sustenta a visão mecanicista da sociedade.
Pesquisas em vários campos da ciência comprovam, desde meados do Século 20, a intuição poética e visual de Escher acerca dos “loopings eternos”: é a própria lógica da vida, a essência da inteligência da matéria viva.
Eis alguns koans, paradoxos visuais, de Escher, que convidam a mente a transcender os estreitos limites do modo de pensar convencional.
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Visite o site oficial da M. C. Escher Foundation:
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Nestes sites o leitor pode acessar a obra de M. C. Escher:
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Visite também o Obvious, comunidade de arte e cultura muito interessante, que apresenta o trabalho fotográfico de Josh Sommers inspirado nas impossibilidades visuais de Escher:
http://blog.uncovering.org/archives/2008/08/as_impossibilidades_de_mcescher.html
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Uma outra dica é o livro Gödel, Escher e Bach, O Entrelaçamento de Gênios Brilhantes, cuja edição brasileira (UnB, 2001) está esgotada. Trata-se de um livro destacado que reúne apontamentos instigantes sobre música, lógica, geometria, recorrência, zen-budismo, paradoxo, natureza, significado, holismo, formiga, computador, proteína, código genético, inteligência artificial, matemática, cérebro, mente, linguagem, criatividade, livre-arbítrio, arte, e um mundo afora.
Um super livro de 800 páginas capaz de envolver o leitor da primeira à última página sugerindo o paradoxo em loopings eternos como essência da inteligência da matéria viva.
Leia um artigo sobre o livro neste link: http://cienciahoje.uol.com.br/1896
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DOCUMENTÁRIO SAINDO DA LIXEIRA
Salve amig@s do Autopoeta!
Assistam aqui ao documentário Saindo da Lixeira.
Acessem o blog http://saindodalixeira.wordpress.com para ler os comentários sobre o vídeo.
Se gostarem do vídeo e reconhecerem a relevância do trabalho, ajudem-nos divulgando os links.
Bom proveito!
F.F.
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SINOPSE
Conjunto José Bonifácio, Itaquera, Zona Leste de São Paulo. Em meio à crise financeira mundial, o vídeo documenta o dia-a-dia da catação e coleta de resíduos, trazendo à tona o olhar, os desafios e os sentimentos das pessoas que vivem da reciclagem. Abordando a complexa problemática do lixo em São Paulo, o vídeo tem como pano de fundo a ação artística e educativa do Grupo Alma Ambiental, formado por jovens do bairro que agem para sensibilizar e mobilizar a população, incentivando a autonomia a partir de uma nova consciência.
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FICHA TÉCNICA
GÊNERO
Documentário
DURAÇÃO
46min
ANO DE PRODUÇÃO
2009
DIREÇÃO, PRODUÇÃO, FOTOGRAFIA E MONTAGEM
Filipe Freitas
PRODUÇÃO, ASSISTENTE DE DIREÇÃO E CÂMERA ADICIONAL
Eliana Maurelli
ASSISTENTE DE PRODUCÃO E FOTOGRAFIA STILL
Luciane Lima
PRODUÇÃO EXECUTIVA
Marcello Nascimento
DESIGN E FINALIZAÇÃO
Macau Amaral
APOIO DE PRODUÇÃO
Alexandre Falcão, Thábata Ottoni, Thiago Silva
ARGUMENTO
Alexandre Falcão, Thábata Ottoni
REALIZAÇÃO
Grupo Alma Ambiental
CO-PATROCÍNIO
Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso – Secretaria de Cultura do Município de São Paulo
APOIOS
Secretaria do Verde e do Meio Ambiente do Município de São Paulo
Parque Raul Seixas
Casa de Cultura Raul Seixas
Phytoterápica – www.phytoterapica.com.br
Ciclo Ambiental Camisetas Pet – www.cicloambiental.com.br
Queima Filmes – www.queimafilmes.com.br
Ecoarte Papel – www.ecoartepapel.com.br
Cultzone Filmes
Cruffi – Cooperativa de Reciclagem União Faz a Força de Itaquera
Cooperativa União
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Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4
Parte 5 – Final
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O MUNDO SEGUNDO A MONSANTO
Na linha de The Corporation, este excelente documentário mostra o que se esconde por trás da Monsanto, gigante de biotecnologia que domina o mercado de sementes transgênicas. Impactante, oportuno, preciso, este filme é indicado às pessoas que não temem a verdade e são capazes de encarar a doença do planeta de olhos abertos e com o coração perseverante. Em doze partes, desde o You Tube:
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LANÇAMENTO DO DOCUMENTÁRIO SAINDO DA LIXEIRA
Família, amig@s e parceir@s!
Com alegria venho anunciar o lançamento do documentário Saindo da Lixeira, realização do Grupo Alma Ambiental, produzido e dirigido por mim em Itaquera, Zona Leste de São Paulo.
Este vídeo, contemplado com o Edital Primeiras Obras do Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (Secretaria de Cultura do Município de São Paulo), surge com a intenção de ser uma ferramenta comunitária, um instrumento de sensibilização à coleta seletiva para os moradores da COHAB José Bonifácio (um conjunto habitacional de 200.000 habitantes), através do aumento de consciência em relação ao processo de reciclagem de materiais.
Direcionamos a câmera aos catadores de rua (pessoas que cotidianamente entram nas lixeiras dos prédios para fazer o garimpo urbano, ou seja, abrir os sacos de lixo em busca de materiais recicláveis), os catadores das cooperativas da região (que fazem conscientização com a população e coletam porta-a-porta o material doado), bem como os donos de ferros velhos, toda essa gente vivendo os severos efeitos da suposta crise financeira mundial. Enfocamos os desafios e sentimentos dessas pessoas, buscando a humanidade que nos unifica, cada qual em seu papel.
Pudemos acompanhar, ao longo das gravações, a diminuição de, em média, 40% do preço dos materiais recicláveis (do fim do ano passado até maio deste ano), em uma ação das grandes indústrias da reciclagem, que nada mais são que um oligopólio que tem o poder de definir o preço de sua matéria-prima e não apresenta vínculos éticos que possam considerar a situação dos milhares de catadores que vivem desse material nas periferias de São Paulo, preocupando-se mesmo com o aumento de suas margens de lucro.
Também abordamos a complexa situação do lixo de São Paulo, cidade que produz 15 mil toneladas por dia e atualmente apresenta seus dois aterros públicos esgotados, dependendo de espaços particulares, que invadem áreas de mananciais, para destinar essa montanha diária de lixo, enquanto boa parte da população segue seduzida pelos apelos consumistas, alheia ao destino dos seus restos.
O vídeo tem como pano de fundo a ação educativa do Grupo Alma Ambiental, formado por jovens artistas do bairro, há seis anos atuando em Itaquera, fomentando a reciclagem de materiais, bem como a reciclagem de idéias, valores e desejos, através da arte e do conhecimento. Suas intervenções nos prédios e espaços comunitários consistem no trabalho de sensibilização porta-a-porta, oficinas para o público infantil e a apresentação do espetáculo de teatro de rua “Antes que a Terra Fuja”, visando implantar a coleta seletiva e estimular o amor à Terra e seus seres.
Embora o foco do vídeo seja Itaquera e ele tenha sido produzido para o morador do bairro, acreditamos no valor universal das idéias apresentadas.
Assim, se formos bem sucedidos, pessoas de todas as partes poderão se interessar por esta narrativa.
Iremos disponibilizar em breve o vídeo na internet. Postarei o vídeo aqui no Autopoeta
É isso, pessoal. Aos que estarão em São Paulo no dia 18 de julho, fica aqui o convite.
Saudações fraternais,
Filipe Freitas

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A FARRA DO BOI NA AMAZÔNIA
Amig@s,
Publico aqui o link para o Relatório “A Farra do Boi na Amazônia”, um estudo aprofundado do Greenpeace sobre a principal causa do desmatamento da floresta: a pecuária extensiva.
Dados muito impactantes e convincentes.
Se você continua comendo um pedaço de boi todos os dias, entenda melhor as implicações deste ato aparentemente inocente.
Saudações fraternais,
F. F.
Caro cyberativista,
O lançamento do relatório “A Farra do Boi na Amazônia” teve repercussão nos jornais do Brasil e do mundo. Depois da declaração de que o gado de frigoríficos como Bertin e JBS pasta em áreas de floresta amazônica devastada, muita coisa aconteceu!
Wall Mart, Carrefour e Pão de Açúcar, declararam que não comprarão mais carne e marcas como Timberland, Adidas, Nike, Reebok, Hugo Boss, Gucci e Prada, exigiram garantias sobre o couro dos frigoríficos envolvidos no relatório do Greenpeace.
O Banco Mundial, também declarou a recisão do contrato de empréstimo de U$ 90 milhões com a Bertin até que a empresa resolva respeitar o meio ambiente e a nossa floresta.
A Amazônia precisa da sua ajuda. Junte-se ao Greenpeace!
Um grande abraço,
Greenpeace
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BREATHING EARTH
Amig@s do Autopoeta,
Vejam este mapa da população humana no Planeta Terra.
Uma simulação gráfica sobre nascimentos, mortes, população e emissão de CO2. Muito instrutivo…














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